CERTIFICAÇÃO DO BEM-ESTAR EM ESPAÇOS ACADÊMICOS

Autores

DOI:

https://doi.org/10.18623/rvd.v22.2883

Resumo

As edificações exercem influência direta sobre o comportamento e a saúde de seus ocupantes. Ferramentas como certificações ambientais permitem avaliar e mensurar esse impacto, possibilitando ajustes e melhorias na experiência dos usuários. Um edifício bem planejado e executado com foco na qualidade ambiental, integrando políticas que promovem o bem-estar, podem potencializar o desempenho e a satisfação dos usuários. Este trabalho avaliou uma edificação educacional por meio da aplicação da Certificação Ambiental WELL, que tem como foco o bem-estar das pessoas. Buscou-se qualificar a experiência dos usuários por meio de uma análise da arquitetura, dos elementos biofílicos e da neuroarquitetura. Para isso, foram avaliados seis índices da Certificação WELL: ar, iluminação, conforto térmico, materiais, mente e comunidade, todos relacionados às competências do arquiteto e do gestor institucional. Ao final do estudo, será apresentado um diagnóstico crítico dos índices ligados à certificação, com base na pesquisa realizada com os usuários e na bibliografia utilizada, visando contribuir para a melhoria do bem-estar nos ambientes educacionais.

Biografia do Autor

Roberta Vieira Gonçalves de Souza, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

PhD and Master’s in Civil Engineering, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis, SC, Brazil, with a doctoral exchange program (split-site doctoral program) at Universidad Politécnica de Madrid (UPM), Madrid, Spain. Bachelor’s in Civil Engineering, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, MG, Brazil. Full Professor at the Escola de Arquitetura of UFMG, teaching in the Architecture and Urbanism program and in the Graduate Program in Built Environment and Sustainable Heritage.

Publicado

2025-09-11

Como Citar

Souza, R. V. G. de, & Ferreira, F. M. de F. (2025). CERTIFICAÇÃO DO BEM-ESTAR EM ESPAÇOS ACADÊMICOS. Veredas Do Direito , 22(1), e222883. https://doi.org/10.18623/rvd.v22.2883