WHERE DOES THE HYPERSALINE PLAIN (APICUM) BEGIN AND END IN THE INTERTIDAL ZONE OF THE BRAZILIAN COAST?

Authors

DOI:

https://doi.org/10.18623/rvd.v23.5614

Keywords:

Scoping Review, Brazilian Legislation, Salt Flats, Supratidal Flats, Territory

Abstract

The relevance of this study lies in the fact that the apicum ecotone presents conceptual imprecision. This makes it a field of dispute with direct implications for its use and management. The objective of this study was to map and characterize the state of knowledge on apicum in academic and scientific literature. To this end, a scoping review was conducted and reported in accordance with the PRISMA guidelines. The results show that interest in apicum in academic and scientific research is relatively recent, but has grown significantly in recent years. Brazil plays a central role in this knowledge production, representing more than 60% of the studies analyzed. The study also found that governance and public policy perspectives remain sporadic and underdeveloped, revealing a gap between scientific research and management practices. Ultimately, the study emphasizes the need to consider diverse perspectives on the apicum ecotone to support its effective management and conservation.

References

Abreu MCS. Mattos P. Lima PS. Padua AD. Shrimp farming in coastal Brazil: Reasons for market failure and sustainability challenges. Ocean & Coastal Management 2011;54:658–667.

Albuquerque AGBM. Ferreira TO. Cabral RL. Nóbrega GN. Romero RE. Meireles AJA. Otero XL. Hypersaline tidal flats (apicum ecosystems): The weak link in the tropical wetlands chain. Environmental Reviews 2014;22(2):99–109. doi:10.1139/er-2013-0026.

Albuquerque AGBM. Ferreira TO. Cabral RL. Nóbrega GN. Romero RE. Souza Júnior VS. Meireles AJA. Otero XL. Soil genesis on hypersaline tidal flats (apicum ecosystem) in a tropical semi-arid estuary (Ceará, Brazil). Soil Research 2014;52(2):140–154. doi:10.1071/SR13179.

Araújo EDS. Silva J. Oliveira TS. Santana NMG. Freire M. Apicum do estuário de Barra de Gramame-PB: Análises físicas e químicas. Revista Brasileira de Geografia Física 2019;12(1):112–123.

Aria M. Cuccurullo C. Bibliometrix: An R-tool for comprehensive science mapping analysis. Journal of Informetrics 2017;11(4):959–975. doi:10.1016/j.joi.2017.08.007.

Arksey H. O’Malley L. Scoping studies: Towards a methodological framework. International Journal of Social Research Methodology 2005;8(1):19–32. doi:10.1080/1364557032000119616.

Bennett NJ. In political seas: Engaging with political ecology in the ocean and coastal environment. Coastal Management 2019;47(1):67–87. doi:10.1080/08920753.2019.1540905.

Boaventura SF. Hadlich GM. Celino JJ. Índices de contaminação de metais traço em encostas, manguezais e apicuns, Madre de Deus, Bahia. Geociências 2011;30(4):631–639.

Brasil. Conselho Nacional do Meio Ambiente. Resolução CONAMA nº 004, de 18 de setembro de 1985. Dispõe sobre definições e conceitos sobre reservas ecológicas. 1985.

Brasil. Conselho Nacional do Meio Ambiente. Resolução CONAMA nº 312, de 10 de outubro de 2002. Dispõe sobre o licenciamento ambiental dos empreendimentos de carcinicultura na zona costeira. 2002.

Brasil. Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012. Dispõe sobre a proteção da vegetação nativa. Diário Oficial da União 2012.

Brasil. Lei nº 4.771, de 15 de setembro de 1965. Institui o novo Código Florestal. Diário Oficial da União 1965.

Brasil. Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000. Institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza. Diário Oficial da União 2000.

Brasil. Conselho Nacional do Meio Ambiente. Resolução CONAMA nº 303, de 20 de março de 2002. Dispõe sobre parâmetros, definições e limites de áreas de preservação permanente. 2002.

Brown DR. Marotta H. Peixoto RB. Enrich-Prast A. Barroso GC. Soares MLG. Machado W. Pérez A. Smoak JM. Sanders LM. Conrad S. Sippo JZ. Santos IR. Maher DT.

Cabral FS. Ecological relations in hypersaline tidal flats (apicum): A study based in Ceará states estuaries. Tese (Doutorado). Universidade Federal do Ceará; 2015.

Carvalho J. Dicionário tupi (antigo)-português. 3. ed. São Paulo: Editora Cultrix; 1987.

Cervantes Escobar A. Ruiz-Luna A. Berlanga Robles CA. Social perceptions of ecosystem services delivered by coastal wetlands: Their value and threats in northwestern Mexico. Ethnobiology and Conservation 2023;12. doi:10.15451/ec2023-02-12.06-1-15.

Costa FWD. Aspectos geográficos e a gestão de ambientes costeiros: Um enfoque na Resex do Delta do Parnaíba. REGNE 2019;5:1–16. doi:10.21680/2447-3359.2019v5n0ID18406.

Dias R. Matos F. Políticas públicas: Princípios, propósitos e processos. São Paulo: Atlas; 2012.

Diegues AC. Conhecimentos, práticas tradicionais e a etnoconservação da natureza. Desenvolvimento e Meio Ambiente 2019;50:116–126. doi:10.5380/dma.v50i0.66617.

Donthu N. Kumar S. Mukherjee D. Pandey N. Lim WM. How to conduct a bibliometric analysis: An overview and guidelines. Journal of Business Research 2021;133:285–296.

Ferreira AC. Lacerda LD. Degradation and conservation of Brazilian mangroves: Status and perspectives. Ocean & Coastal Management 2016;125:38–46. doi:10.1016/j.ocecoaman.2016.03.011.

Ferreira AC. Lacerda LD. Reply to “On the impact of the Brazilian Forest Code on mangroves”. Ocean & Coastal Management 2016;132:170–171. doi:10.1016/j.ocecoaman.2016.08.003.

Firmo AMS. Tognella MMP. Silva SR. Capture and commercialization of blue land crabs (Cardisoma guanhumi) along the coast of Bahia: An ethnoecological approach. Journal of Ethnobiology and Ethnomedicine 2012;8:12. doi:10.1186/1746-4269-8-12.

França JB. Dinâmica espaço-temporal de apicuns e manguezais em áreas de expansão urbana. Dissertação (Mestrado). Universidade Federal do Maranhão; 2018.

Gandara JC. Mapeamento e análise espaço-temporal dos apicuns no litoral do Maranhão. Dissertação (Mestrado). Universidade Federal do Maranhão; 2022.

Gualberto GLF. Sousa KRS. Bezerra DS. Análise temporal de alterações nas áreas de manguezais e apicuns do Brasil entre 1985 e 2019. Revista Uniaraguaia 2023;18(1):48–62. doi:10.5281/zenodo.7703137.

Guilherme IG. Mapeamento das áreas de apicum disponíveis para carcinicultura. Monografia (Graduação). UFERSA; 2023.

Hadlich GM. Celino JJ. Ucha JM. Diferenciação físico-química entre apicuns, manguezais e encostas. Geociências 2010;29(4):633–641.

Hadlich GM. Garcia KS. Andrade CLN. Ucha JM. Estrutura da vegetação na transição apicum-manguezal. Cadernos de Geociências 2015;12(1-2):69–76.

Hadlich GM. Ucha JM. Apicuns: Aspectos gerais, evolução recente e mudanças climáticas globais. Revista Brasileira de Geomorfologia 2009;10(2):13–20. doi:10.20502/rbg.v10i2.143.

Khan WR. Mohamad AL. Ibrahim FH. Biodiversity, health and ecosystem services of mangroves. Forests 2025;16(8):1278. doi:10.3390/f16081278.

Lacerda LD. Ward RD. Godoy MDP. Andrade MAJ. Borges R. Ferreira AC. 20-years cumulative impact from shrimp farming on mangroves of Northeast Brazil. Frontiers in Forests and Global Change 2021;4:653096. doi:10.3389/ffgc.2021.653096.

Levac D. Colquhoun H. O’Brien KK. Scoping studies: Advancing the methodology. Implementation Science 2010;5:69. doi:10.1186/1748-5908-5-69.

Lima TBB. Silva MRF. Carvalho RG. Artisanal fishing, shrimp farming and mangroves. Sociedade & Natureza 2019;31:e37481. doi:10.14393/SN-v31n1-2019-37481.

Lopes Neto JP. Fernandes RTV. Método para mapeamento de áreas de apicum e manguezais. Monografia (Bacharelado). UFERSA; 2019.

Morais JO. Pessoa LGM. Silva AC. Araújo TCM. Historical transformations of the Jaguaribe River mouth. Journal of Coastal Conservation 2023;27(2):1–16. doi:10.1007/s11852-023-00939-5.

Munn Z. Peters MDJ. Stern C. Tufanaru C. McArthur A. Aromataris E. Systematic review or scoping review? BMC Medical Research Methodology 2018;18:143. doi:10.1186/s12874-018-0611-x.

Nascimento WR. Análise espaço-temporal dos apicuns e manguezais. Dissertação (Mestrado). UFMA; 2017.

Nascimento WR. Souza-Filho PWM. Recent changes of the semiarid coast of Brazil. Journal of Environmental Management 2022;319:115782. doi:10.1016/j.jenvman.2022.115782.

Oliveira EA. Barcelos RL. Caracterização ambiental e ocupação antrópica da zona costeira. Revista Brasileira de Geografia Física 2013;6(3):478–493.

Oliveira GD. Mattos KMC. Impactos ambientais provocados pela indústria de camarão. Revista Gerenciais 2007;6(2):183–188.

Oliveira LMM. Freitas Filho MR. Quantificação dos ambientes de apicum. Caminhos de Geografia 2017;18(63):184–201.

Oliveira LMM. Identificação de mangue, salgado e apicum por imagens Landsat. Revista de Geografia 2018;35(2):208–224.

Oliveira-Filho RR. Rovai AS. Menghini RP. Coelho Júnior C. Schaeffer-Novelli Y. Cintrón G. On the impact of the Brazilian Forest Code on mangroves. Ocean & Coastal Management 2016;132:36–37. doi:10.1016/j.ocecoaman.2016.08.002.

OpenAI. ChatGPT (modelo de linguagem). Available at: https://chat.openai.com. Accessed on: 1 Jul 2025.

Ouzzani M. Hammady H. Fedorowicz Z. Elmagarmid A. Rayyan: A web and mobile app for systematic reviews. Systematic Reviews 2016;5:210. doi:10.1186/s13643-016-0384-4.

Page MJ. et al. PRISMA 2020 statement: An updated guideline for reporting systematic reviews. 2021.

Pellegrini JMR. Caracterização da planície hipersalina (apicum). Dissertação (Mestrado). UFF; 2000.

Pinheiro AMN. Dinâmica espaço-temporal dos apicuns e manguezais. Dissertação (Mestrado). UFMA; 2024.

Pinto ARM. Silva MF. Oliveira RA. Uso de geotecnologias para o mapeamento das áreas de apicum. Natural Resources 2022;12(2):75–84. doi:10.6008/CBPC2237-9290.2022.002.0008.

Ramsar. Ramsar Convention on Wetlands. Available at: https://www.ramsar.org.

Rodrigues SWP. Souza Filho PWM. Detecção de mudanças no manguezal. Anuário do Instituto de Geociências – UFRJ 2020;43(3):158–169.

Sá ACDS. Avaliação dos serviços ecossistêmicos prestados por manguezais. Tese (Doutorado). UECE; 2024.

Sá ACDS. Pinheiro L. The influence of environmental variables on mangrove distribution. Sociedade & Natureza 2025;37(1).

Sanders CJ. Hypersaline tidal flats as important “blue carbon” systems: A case study from three ecosystems. Biogeosciences 2021;18(7):2527–2538. doi:10.5194/bg-18-2527-2021.

Santos EP. Disponibilidade de elementos químicos em apicuns. Dissertação (Mestrado). UFBA; 2013.

Santos MCF. Ribeiro FP. Manejo da pesca do guaiamum. Revista CEPSUL 2019;8:e2019004.

Sartor LR. Almeida JA. Nóbrega GN. Ferreira TO. Albuquerque AGBM. Otero XL. Role of redox processes in pedogenesis of hypersaline soils. Soil Science Society of America Journal 2018;82(5):1217–1230. doi:10.2136/sssaj2018.01.0023.

Sartor LR. Pedogênese e geoquímica do silício em solos de apicum. Tese (Doutorado). UFRRJ; 2018.

Schaeffer-Novelli Y. Cintrón-Molero G. Soares MLG. De-Rosa T. Brazilian mangroves. Aquatic Ecosystem Health & Management 2000;3(4):561–570. doi:10.1080/14634980008650694.

Schaeffer-Novelli Y. Manguezal: Ecossistema entre a terra e o mar. São Paulo: Caribbean Ecological Research; 1995.

Schmidt AJ. Bemvenuti CE. Diele K. Importância dos apicuns para o caranguejo-uçá. Boletim do Laboratório de Hidrobiologia 2013;23(1):45–51.

Silva CAR. Souza-Filho PWM. Expansion and persistence of salt pans in a tropical mangrove. Journal of Coastal Research 2020;95:920–924. doi:10.2112/SI95-179.1.

Silva-Júnior JJ. Nicacio G. Rodrigues GG. A carcinicultura nos manguezais do Nordeste brasileiro. Revista Movimentos Sociais e Dinâmicas Espaciais 2020;9(2):70–84.

Silveira PCB. Buti RP. A vida e a morte dos guaiamuns. Anuário Antropológico 2020;45(1):117–148. doi:10.4000/aa.4945.

Soldati GT. Almada ED. Political ethnobiology. Ethnobiology and Conservation 2024;13. doi:10.15451/ec2024-07-13.20-1-18.

Souza ML. Ambientes e territórios: Uma introdução à ecologia política. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil; 2019.

Tranfield D. Denyer D. Smart P. Towards a methodology for developing evidence-informed management knowledge. British Journal of Management 2003;14(3):207–222. doi:10.1111/1467-8551.00375.

Tricco AC. Lillie E. Zarin W. O’Brien KK. Colquhoun H. Levac D. Moher D. Peters MDJ. Horsley T. Weeks L. Hempel S. Akl EA. Chang C. McGowan J. Stewart L. Hartling L. Aldcroft A. Wilson MG. Garrity C. Lewin S. Straus SE. PRISMA extension for scoping reviews. Annals of Internal Medicine 2018;169(7):467–473. doi:10.7326/M18-0850.

Ucha JM. Hadlich GM. Celino JJ. Apicuns: Aspectos gerais, evolução recente e mudanças climáticas globais. Revista de Gestão Costeira Integrada 2008;8(2):75–86.

Downloads

Published

2026-04-06

How to Cite

Ribeiro, F. P., Sá, A. C. D. S. de, & Rodrigues, G. G. (2026). WHERE DOES THE HYPERSALINE PLAIN (APICUM) BEGIN AND END IN THE INTERTIDAL ZONE OF THE BRAZILIAN COAST?. Veredas Do Direito, 23(5), e235614. https://doi.org/10.18623/rvd.v23.5614