JUSTIÇA ALGORÍTMICA E ESG: O FUTURO DO TRABALHO NA AMAZÔNIA
DOI:
https://doi.org/10.18623/rvd.v23.7383Keywords:
Justiça Algorítmica, ESG, Amazônia, Ministro Belmonte, Inteligência ArtificialAbstract
O presente estudo investiga a convergência entre a gestão algorítmica, os critérios ESG (Environmental, Social, and Governance) e o Direito do Trabalho na Amazônia pós-COP30. Sob a ótica da doutrina de Alexandre Agra Belmonte (2020) e Mauricio Godinho Delgado (2024), analisa-se a opacidade dos sistemas de Inteligência Artificial e seu potencial de precarização frente aos compromissos de sustentabilidade corporativa. A metodologia adota a Hermenêutica Estruturante de Friedrich Müller (2008), integrando a norma ao âmbito normativo regional conforme a perspectiva de Costa (2024). Os resultados defendem a aplicação do PL nº 2.338/2023, da Resolução CVM nº 193/2023 e as diretrizes da Carta de Belém (2025) para garantir a explicabilidade algorítmica. Conclui-se que o desenvolvimento sustentável da região exige uma governança tecnológica que proteja a dignidade humana contra o colonialismo digital.
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